Meu post de pós-Carnaval: http://ping.fm/TJJen
Fevereiro 2009
48 postagens
É, o meu setlist desta manhã de sábado será só de vozes femininas. :) Mais um bom motivo para que eu faça isso: a voz de Margo Timmins.
De “Ingénue”, o maravilhoso álbum que k.d.lang lançou em 1992, um dos CDs que mais ouvi na vida (nos tempos em que ainda comprava CDs).
A voz aveludada de Chan Marshall nesta manhã de sábado é o prenúncio, lembrando o álbum da Roberta Sá, de um belo e estranho dia pra se ter aleg
Um tributo ao rádio, velho e defasado companheiro. “Fique nas redondezas, poderemos sentir a sua falta. Você já teve o seu tempo, teve o poder”.
Música do álbum que o The Cure tinha acabado de lançar quando eles vieram para o Brasil, em 1987, época em que eu lia religiosamente a Bizz…
Ufa, Blip.FM está vivo! E eu pensando que já tinha encomendado sua lápide ao lado de Audiogalaxy, MetaMiner, AOL Brasil, No Mínimo, Fulano…
Do último álbum dos Ramones, “¡Adios Amigos!”. Depois, foi regravada por Ronnie Spector, ex-Ronettes, em 1999, em um disco produzido por Joey.
A emocionante cover que Joey gravou poucas semanas antes de sua morte. De seu primeiro e único álbum solo, lançado postumamente em 2002.
“É tanto medo de sofrimento/Que eu sofro só de pensar”. Belo hit pop dos 80s inspirado no título de um livro de Flaubert, “Educação Sentimental”.
Ouvi muito essa música nas madrugadas da MTV em seus áureos tempos. Hoje em dia, só mesmo nos clássicos da VH1.
“The greatest, most quotable morbid love song in human history”. Concordo com este Top 10 de músicas dos Smiths: http://tinyurl.com/smiths-10
Falei em electrosound, e acabei por descobrir mais um expert em mashups. A mistureba de eletrônico com Motown ficou sensacional.
E não é que um electrosound combinou tremendamente bem com esta manhã ensolarada em Sampa City?
O dono da voz mais marcante dos últimos tempos, uma espécie de Roy Orbison mais novo que ainda não emplacou pra valer.
“If you haven’t been bookmarked, retweeted and blogged/You might as well not have existed”. Uma espécie de folk geek, vale a blipada pela letra :)
Agora sim, a trilha sonora definitiva para celebrar em alto estilo o Valentine’s Day!
Um bom mote para o Valentine’s Day: os versos de Alice Ruiz na voz do ex-Titã. “Socorro, alguém me dê um coração/Que esse já não bate nem apanh
Nada como a maviosa voz de Mr. Cole para compor a trilha sonora deste Valentine’s Day.
![]()
Tinha que ser coisa do Menezes.
Pop grudento e bem arranjado, de uma cantora que talvez seja a melhor prova, junto com Roberta Sá, de que reality shows realmente revelam gente boa
Clássico, clássico. E creio que deve ser uma das primeiras músicas a usar ruídos incidentais no meio do arranjo.
Acordei com esta música tocando em meu jukebox mental. Será que é algum sinal?
Da série “melhores músicas para dançar balançando a cabeça feito Beavis e Butthead”.
Se eu fosse professor de redação, faria meus alunos ouvirem essa música e escreverem um texto baseado nesses versos.
Em se tratando de mashups, quanto mais surpreendentes e inusitados, melhor. É o caso deste.
Os versos mais enigmáticos da MPB: “Que só eu que podia/Dentro da tua orelha fria/Dizer segredos de liquidificador” - http://tinyurl.com/beijaflor
“Leave me/Lying here/Cause I dont wanna go”. Um dos refrões mais pegajosos dos 90s, de uma música que conheci via MTV: http://tinyurl.com/8arms
A filha do Frank honrava bem o sobrenome que possui, e não apenas com “These Boots Are Made for Walking”, que a VH1 veicula em quase toda vinheta.
![]()
Texto e imagem do tumblr de Suicide Blonde.
Nada como Ramones para recarregar as baterias depois de uma semana atribulada. Aqui, a futura trilha sonora do filme “Marley e Eu II”.
A composição de Faithfull, Jagger e Richards na versão gravada em “Sticky Fingers”, obra-prima dos Stones, com participação especial de Ry Cooder
Este clássico de 87 cunhado pelos irmãos Reid merece ser definido com dois adjetivos que soam mais bonitos em inglês: “haunting” e “mesmerizing”.
“I just want to be one true thing that don’t fade”. Paulada matadora de um dos melhores power trios da atualidade, puro soul curtido em rock’n’roll.
Mais uma música de Herbert que faz a autópsia do fim de um relacionamento: você olhou, fez que não me viu, deixou o resto de mim no chão.
Samba, soul e malícia; bons tempos em que Benjor era Ben e gravava jóias como “Tábua de Esmeralda”, obra-prima de 1974 da qual esta gema faz parte.
Uma das bandas mais bacanas de todos os tempos, matando a pau no tema de abertura de uma das minhas séries prediletas: http://tinyurl.com/cupid-tv
Agora andam meio sumidos, mas nos anos 80 essa dupla emplacava um sucesso atrás do outro; feito este, o melô do “eu dei, eu dei”.
“My morning sun is the drug that brings me near/To the childhood I lost/Replaced by fear”. Versos melancólicos ocultos sob uma batida irresistível.
Este remix sublime que Truth & Soul fizeram deste standard transformou um clássico do jazz na melhor trilha sonora de 007 de todos os tempos.