Alexandre Inagaki

jan. 27 2012

Um desabamento e a notícia de jornal que virou música: http://j.mp/ySb2I7

jan. 24 2012

Oscar 2012: indicações, observações e a disputa Carlinhos Brown vs Muppets » http://j.mp/yVdYhv

jan. 23 2012

Um novo começo: http://j.mp/xSUxVU

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As melhores músicas internacionais de 2011: http://j.mp/yhcoKm

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Millôr, Bussunda e os limites do humor: http://j.mp/wcTwp7 #submarinodigitalclub

jan. 17 2012

A diferença entre fama e infâmia é cada vez mais sutil: http://j.mp/y8Fwvw

jan. 05 2012
dez. 26 2011
Porque vivemos num mundo em que as pessoas não têm tempo para elaborar o que é do humano. Muitas vezes eu me deparo com essa situação no consultório. Vejo uma pessoa ali me pedindo antidepressivo porque não consegue mais trabalhar, não consegue mais tocar a vida. Eu sei que ela não consegue mais trabalhar nem tocar a vida porque é a sua vida que se tornou impossível, porque precisa de um tempo que não tem para elaborar o vivido. É óbvio que não é possível, por exemplo, elaborar um luto ou uma separação em uma semana e seguir em frente como se nada tivesse acontecido. Assim como não é possível viver sem dúvidas, sem tristezas, sem frustrações. Tudo isso é matéria do humano, mas o ritmo da nossa vida eliminou os tempos de elaboração. Essa pessoa não é doente – é a vida dela que está doente por não existir espaço para vivenciar e elaborar o que é do humano. Só que esse cara precisa trabalhar no dia seguinte e produzir bem ou vai perder o emprego. Então eu dou o antidepressivo e faço um acompanhamento sério, com psicoterapia, para que esse cara possa dar um jeito na vida e parar de tomar remédios. É um dilema e não tem sido fácil lidar com ele, mas é neste mundo que eu exerço a profissão de psiquiatra. Porque no tratamento da depressão, de verdade, a doença, de fato, é muito difícil obter resultados, mesmo com os medicamentos atuais. Assim como outras doenças psíquicas, quando são doenças mesmo. Os resultados são muito mais lentos – e às vezes não há resultado nenhum. A maioria das pessoas que estamos medicando hoje não é doente. E por isso o resultado é rápido e parece altamente satisfatório. Estas pessoas só precisam dar conta de uma vida que um humano não pode dar conta.
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Mais uma do Mestre Laerte Coutinho, que agora também está no Twitter: @LaerteCoutinho1

Mais uma do Mestre Laerte Coutinho, que agora também está no Twitter: @LaerteCoutinho1

nov. 05 2011
life:

In this special issue, LIFE.com looks at 20 legendary figures — in the arts, politics, science and sports — who have appeared in the pages of LIFE magazine.
Their status as legends was in no small part the result of personal struggles against prejudice or poverty or whatever their peers and rivals warned were the absolute limits of human potential. In the end, it’s that tenacity in the face of doubt and rejection; the drive to accomplish something breathlessly new — something that changes the way we live, think and dream — that we honor and remember.
Pictured: Margaret Bourke-White logged a staggering number of firsts. As a pioneering photojournalist, she was among the first staff photographers hired at LIFE and she took its first cover photo. (read more here)

life:

In this special issue, LIFE.com looks at 20 legendary figures — in the arts, politics, science and sports — who have appeared in the pages of LIFE magazine.

Their status as legends was in no small part the result of personal struggles against prejudice or poverty or whatever their peers and rivals warned were the absolute limits of human potential. In the end, it’s that tenacity in the face of doubt and rejection; the drive to accomplish something breathlessly new something that changes the way we live, think and dream — that we honor and remember.

Pictured: Margaret Bourke-White logged a staggering number of firsts. As a pioneering photojournalist, she was among the first staff photographers hired at LIFE and she took its first cover photo. (read more here)

(via kureki)

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